terça-feira, 28 de outubro de 2008

IMPACTOS DA UESB NA ECONOMIA LOCAL

15. IMPACTOS DA UESB NA ECONOMIA LOCAL

Uma instituição de ensino superior provoca impactos, segundo Lopes 2003, influenciando toda uma sociedade que está envolvida diretamente com estas instâncias e se desenvolve à mercê dela, segundo esquema elaborado pelo próprio autor:


São duas categorias de impactos: diretos - envolvendo várias despesas que a instituição, os docentes e discentes geram a partir da universidade e os impactos indiretos - que são os gastos que estas três facções têm também em função da universidade, ou seja, o primeiro impacto aborda as despesas e o segundo os gastos delas.

E neste caso a UESB já se caracteriza como uma das maiores referências de impulso ao desenvolvimento da região Sudoeste e das cidades onde se localiza, provocando um significativo envolvimento e crescimento de várias atividades do comércio, industrial e cultura local.

Na rede imobiliária o crescimento da rede de aluguéis, venda e construção de imóveis, principalmente nas vias de acesso à instituição, tem sido cada vez maior, mudando a paisagem da cidade com novas construções de edifícios, condomínios e pavimentação de ruas e avenidas.

Paralelamente o comércio vai acompanhando esta expansão dado o advento de implantação de novas livrarias e papelarias, lojas de roupas e sapatos, farmácias, produtos de informática, eletrodomésticos, supermercados, postos de gasolina e outros e de maneira bastante evidente a implantação de restaurantes e fast-food .

A oferta de serviços também sofre influência com a implantação e expansão de clínicas especializadas nas mais variadas modalidades de saúde, laboratórios de análises clínicas, bancos, lavanderias, hotéis, táxis, empresas de transportes coletivos e muitos outros.

O surgimento de outras universidades de cunho particular e pública vêm se instalar em função da formação de público que se forma em busca de realizar um curso superior, tanto dentro das cidades da universidade como de outras localidades próximas e por conseqüinte mais distantes.
O aparecimento de cursos preparatórios para concurso vestibular ou mesmo de escolas de ensino fundamental já direcionadas à preparação do aluno para cursar vestibular.

O setor de entreterimento, muitas vezes, também localizado nas vias de acesso à universidade sofre um acréscimo considerável com novas instalações de bares, pizzarias, sorveterias, lanchonetes e outros.

Daí a origem do desencadeamento deste quadro tem sido muito impulsionado pela processo migratório de pessoas que vêm das suas cidades de origem para estudarem na UESB. E esta camada de pessoas acaba por movimentar toda uma infra-estrutura e rede de serviços para atender as novas demandas vigentes que não param de crescer.

O fenômeno é típico de centros de produção de conhecimento e tecnologia que têm sido hoje um dos grandes propulsores dos desenvolvimentos locais.

sábado, 25 de outubro de 2008

PÓLO DE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO ENDÓGENO

16. CONCEITOS DE PÓLOS DE CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO ENDÓGENO

François Perroux(1960) elaborou a Teoria da Unidade Econômica dominante que posteriormente passou a ser conhecida como a Teoria dos Pólos de Crescimento, assim Pólo de Crescimento, na sua concepção, surge com o aparecimento de uma indústria motriz que provoca a separação dos fatores de produção, concentra o capital sob um mesmo poder e decompõe as tarefas e a mecanização.

É uma indústria de grande porte, de notável crescimento e que possui uma interdependência com outras indústrias criando assim um complexo industrial.

Deste modo atrai matéria-prima, mão-de-obra, outras indústrias não concorrenciais, provocando aglomeração urbana em seu entorno, desenvolvendo as atividades terciárias regional.

Tal fato provoca muito mais a vendagem de produtos das indústrias em seu entorno do que os delas próprias, pois aquelas podem utilizar seus produtos que precisam menos de transformação, sendo o valor adicional mínino.

Segundo Perroux, as indústrias motrizes são fortes agentes de ondas de inovações, pois geralmente são indústrias novas e nada impede que mudanças tecnológicas venham a se implantar nos setores já estabelecidos.

Ainda para Perrroux, os pólos podem ser: pólo-nação, pólo-região e pólo-cidade, na primeiro caso tem-se os países foco( ou de centro) e os países satélites ( ou de periferia) de acordo o tamanho e dinamismo das suas economias.

O pólo-região está atrelado aos eixos de desenvolvimento, nós de tráfego, zonas e pontos de desenvolvimento, onde cada um destes itens contribuiria em sua particularidade e em conjunto para o desenvolvimento de uma região; como por exemplo, a existência de uma estrada que atrelada a outros bens complementares teria um efeito de agente provocador de concentração populacional.

O pólo deve ter como meta acelerar sua forca centrípeta, de atração, em detrimento a ação das forças centrífugas, daí depende a sua extensão estrutural.

Desde modo ainda existe uma hierarquia entre os pólos: internacionais, nacionais, macrorregionais, regionais, sub-regionais e locais; denotando que eles não são unidades isoladas, ocupam posições bem definidas atraindo e sendo atraídos uns pelos outros.

Nesta dinâmica Michel Rochefort (1966) aborda os chamados centros de polarização que seriam determinados por fluxos locais – são numerosos e caracterizados pelos serviços imediatos: comércio de alimentos, farmácias, escolas primárias, lojas de ferragens e outros; fluxos sub-regionais - compostos por serviços mais especializados, como médicos especializados e escolas secundárias; fluxos de pequena região – composto por serviços bem diversificados: bancos, consultores, comércio variado e outros; fluxos de grande região – além dos serviços básicos, ainda dispõe possuem universidades, grandes hospitais, teatros, consultorias e outros e os fluxos nacionais – possuem influência sobre todo o país com serviços de administração pública, bancos de atuação nacional e outros.

Segundo Richardson a polarização está ligada a quatro estágios de evolução: primeiro – a região é pré-industrial, com população dispersa no seu interior; segundo – o crescimento se dá inicialmente no centro, ficando a periferia ainda dependente deste; terceiro – o crescimento passa a se dispersar na região atingindo outras indústrias e quarto – há a busca de uma integração entre os subespaços formados englobando até mesmo outras regiões.

a) Formas de Desenvolvimento Polarizado:

Assim, a partir da teoria dos pólos de crescimento e da localização, foi possível identificar algumas formas de desenvolvimento polarizado a saber:

  • Economias de aglomeração: são caracterizados por interdependência entre as atividades, concentração de mão-de-obra especializada e disponibilidade de serviços diversos;

  • Pólos de integração: caracteriza-se por ter como meta promover a integração comercial entre os países;

  • Eixos de desenvolvimento: são caracterizados por vias de transporte ou de centros de crescimento com infra-estrutura para atividades industriais e prestação de serviço;

  • Efeitos propulsores e regressivos: os primeiros impulsionam o encadeamento da produção e do emprego e o segundo por conta da demanda os preços aumentam provocando estagnação.

Neste contexto há uma observação importante a abordar que dizer que nem todo pólo de crescimento provoca um desenvolvimento da região, pois é sabido que em virtude da concentração da economia central, que pode acontecer nestes casos, a periferia ou as estruturas no seu entorno podem não se desenvolver, travando o desenvolvimento real da região.

b) Forças endógenas no crescimento regional

Nem toda região tem o poder de atrair uma indústria motriz, inovadora ou de grande dimensão para provocar o seu desenvolvimento; assim é preciso que as regiões se organizem em torno do que leva ao seu desenvolvimento econômico e para tanto existem vários agentes inovadores tais como: universidades, centro de pesquisas, agências de fomento à pesquisa, prefeituras e outros.


Estes setores têm a função de provocar a inovação, reduzir custos das empresas e estimular o empreendedorismo; é preciso haver então uma comunhão entre empresas e instituições para tal.
Aqui localiza-se os elementos endógenos de desenvolvimento de uma região que precisa buscar nas suas forças internas este objetivo, que é o meio real que a mesma dispõe de atração do capital.

Têm-se então um conjunto de elementos que em parceria com o setor industrial e ou empresas formam um meio propício ao desenvolvimento econômico local.

As universidades e agências de fomento à pesquisa, por exemplo, através da formação da mão-de-obra especializada, incentivo à pesquisa, projetos e outros provocam inovações locais, levam a fabricação, de novos produtos e ou serviços especiais para a região.

As universidades e centros de pesquisa são responsáveis pela propagação do conhecimento e formação de uma nova cultura de desenvolvimento, baseada no saber científico e respaldada pela investimento em novos produtos e serviços.

À esta dinâmica pode-se denominar de região inteligente, que não se esgota somente no investimento da ciência, mas nas relações entre inovações e território e aprendizado coletivo, o que quer dizer que seria uma região capaz de produzir idéias e conhecimentos que possam fluir em meio a uma infra-estrutura que lhe dar condições para se expandir.

Assim a chamada região inteligente gera, difunde e aplica o conhecimento através das universidades, centros tecnológicos, empresas, industrias e outros.

Também, o crescimento regional a partir das forças endógenas pode ser caracterizado como o desenvolvimento de baixo para cima, onde os elementos internos são incentivados e apoiados a crescerem de forma a darem impulso ao desenvolvimento de todo o território em questão, através do incentivo as potencialidades e habilidades humanas.

Este crescimento endógeno está pautado no investimento no fator humano e na distribuição da produção no processo, porém requer critérios inteligentes para que este mecanismo promova a sustentabilidade econômica, social, ecológica, cultural e espacial.

Por fim o desenvolvimento de uma região só acontece a longo prazo e está arelado as forças dos recursos naturais disponíveis, as políticas de incentivo e promoção dos setores produtivos e da participação social.

domingo, 19 de outubro de 2008

A UESB COMO PÓLO DE CRESCIMENTO REGIONAL

16. A UESB COMO PÓLO DE CRESCIMENTO REGIONAL

A UESB, tem um enorme potencial infra-estrutural e acadêmico onde através dos quais tem levado à mesma a exercer um papel bastante explícito de setor de influência para o desenvolvimento da região sudoeste da Bahia onde está localizada, vejam imagens em: http://www.flickr.com/photos/mapasgraficos/sets/72157609202644611/

Por estar distribuída em três campi: cidades de Vitória da Conquista, Jequié e Itapetinga, a sua presença espacial acaba facilitando ainda mais este papel do que se poderia chamar de setor de incentivo ao desenvolvimento local.

Também, pode-se correlacionar neste contexto o poder de atração que a universidade tem em relação às áreas circunvizinhas e regiões de outros estados do país, no que tange ao considerável fluxo de pessoas que vêm prestar curso na instituição.

Esta movimentação de pessoas tanto da própria região do sudoeste baiano, quanto do estado da Bahia e de algumas regiões do Brasil, provoca a demanda por uma infra-estrutura compatível e cada vez mais ampla para o novo quantitativo de pessoas que vêm estabelecer residência nas cidades de localização da Uesb.

O crescimento se dar em primeiro lugar por conta dos serviços tais como: aluguéis, restaurantes, supermercados, lavanderia, livraria, hotéis e outros, atrelado ao fato de que também a construção civil, principalmente na construção de novos edifícios de apartamentos tem crescido consideravelmente para fazer face à venda ou aluguel de imóveis.

Já os alunos que vem de fora representam um gasto considerável para a economia local, associada ao fato de que muitos acabam fixando residência nas cidades pois ao longo da sua estadia acabam prestando concurso ou seleção para empregos locais, se transformando assim em uma mão-de-obra volante em fixa.

O fluxo de candidatos externos é uma das principais premissas para que a UESB possa ser considerada hoje como um forte pólo de atração e desenvolvimento local da região sudoeste baiano, tendo como ponto de partida sua própria infra-estrutura física e acadêmica e diversas ações de pesquisa e extensão.

A UESB se encaixa perfeitamente no conceito de centro de polarização de Michel Rochefort (1966), que atrela este conceito aos diversos elementos que dão fluxo ou movimento de serviços e pessoas à uma região como: escolas, bancos, comércio variado, serviços especializados e outros;, e dentre eles estão exatamente as universidades, que são introduzidas pelo autor como itens de fluxos de grande região, pois podem exercer um poder de influência não somente limitado à sua região de origem mais sobre todo o país, como é o caso da UESB, quando observamos o fluxo de alunos que vêm de diversas partes do país para estudar na instituição.

Também na Teoria da Unidade Econômica de François Perroux (1960) conhecida como Teoria dos Pólos de Crescimento, apesar de estar associada ao teor de Pólo de Crescimento ligado ao aparecimento de uma indústria motriz que por seus mecanismos peculiares provoca o desenvolvimento de outras facetas da região, o autor cria escalas das ações dos pólos que vão desde o regional até o internacional, atrela estes pólos aos diversos elementos que contribuem, à sua maneira, ao dinamismo dos mesmos, onde ele chama de agentes provocadores do desenvolvimento, e no caso, se pode encaixar perfeitamente no conceito as universidades, e por que não dizer o caso da UESB na região Sudoeste da Bahia.

Ainda segundo Perroux, estes pontos de desenvolvimento têm função de provocar uma força centrípeta ou de atração para a região e isto depende da sua infra-estrutura e dinamismo próprio. No caso da UESB, pelo panorama apresentado nos itens de infra-estrutura física, de graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão, é notório observar o seu caráter próprio de crescimento, levando a região à categoria de pólo de desenvolvimento local em crescente evolução para o nacional, seguindo os conceitos de hierarquia de pólos de desenvolvimento do citado autor.

Assim nem toda região têm uma indústria motriz que alavanque o seu desenvolvimento ou que seja atração para a mesma se instalar.

Neste caso existem podem existir os chamados agentes inovadores que são identificados como: universidades, centros de pesquisa, prefeituras, centros de fomento à pesquisa e outros.

Estes agentes cumprem a difícil tarefa de provocar a inovação, reduzindo os custos das empresas, estimulando o empreendedorismo e criando uma relação cada vez mais afinada entre empresa e instituição.

Neste contexto é que se identifica, paralelamente, o caráter endógeno de desenvolvimento da região, onde através das suas próprias forças internas de desenvolvimento advindas das ações empreendedoras e de formação de mão-de-obra especializada acabam criando um fluxo de produtos e pessoas cada vez mais competentes e importantes para o seu crescimento.

As universidades, como no caso da UESB na região Sudoeste, têm este papel, e a citada instituição tem feito sua tarefa de forma bastante considerável pois o comércio local tem recebido cada vez mais mão-de-obra especializada, parcerias têm surgido entre universidade e empresas, o próprio comércio têm se ampliado e diversificado em oferta de bens e serviços, têm surgido outros centros de estudo e pesquisa, como as universidades particulares, propagando ainda mais o conhecimento e formando uma nova cultura local, elevando o padrão intelectual da população em vários aspectos.

Pode-se também denominar a região, em função desta circunstância, de região inteligente que é outro conceito utilizado para casos desta natureza, ou seja, para regiões onde o investimento na ciência têm sido notável e não se resumindo apenas nele mas nas suas relações inovadoras com o território e na produção de conhecimentos oferecendo condições de expansão local.

Assim, a chamada região inteligente gera e difunde os conhecimentos através das universidades, indústrias, centros tecnológicos, empresas e outros; sendo que no caso da região Sudoeste têm-se encontrado nas outras universidades existentes e mais especialmente na UESB este papel.

Este é sem dúvidas um crescimento fudamentado no fator humano local e externo, uma vez que a sua principal característica se baseia na demanda de alunos que vêm estudar na UESB que é muito considerável, chegando ao patamar de 18.000 mil estudantes candidatos oriundos da própria região, do estado e de todo o país; dados estes constatados no último vestibular, realizado no início do ano de 2008.

Então a universidade passa a ser paulatinamente uma estrutura que cresce e vem dar sustentabilidade à infra-estrutura econômica, social, e cultura da região, tomando como força propulsora principal ao fluxo de pessoas que vêm de várias outras localidades, para se candidatarem à uma vaga na instituição e isto movimenta e transforma a região em um pólo de atração e conseqüente crescimento em função da universidade.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

CONSIDERAÇÕES FINAIS

18. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A UESB é bem geograficamente distribuída em alguns municípios com características físicas afins na região Sudoeste da Bahia, através de três campi estrategicamente instalados nas cidades de maior destaque na região como: a cidade de Vitória da Conquista: área de planalto, alta altitude e temperatura fria, a cidade de Jequié: área de pediplano, baixa altitude e temperatura elevada e a cidade de Itapetinga: área de planalto, mais de baixa altitude e temperatura também elevada, sendo que na região como um todo há o domínio de vegetação de caatinga.

Assim, a condição geográfica associada a sua infra-estrutura física interna composta de vários módulos de sala de aula, bibliotecas, laboratórios, salas de informática, restaurante, lanchonetes, ginásios de esportes, módulos administrativos e centros acadêmicos, apontam a universidade como um dos mais promissores elementos de desenvolvimento regional, endossado pelo vertiginoso crescimento de pessoas que vêm de outras localidades para disputarem uma vaga na academia.

Na infra-estrutura acadêmica são 36 cursos de graduação atualmente, várias especializações e mestrados, alguns doutorados e muitas atividades de pesquisas ligadas à vários órgãos financiadores e ações extensionistas ligadas especialmente à comunidade.

São diversos alunos de municípios do Sudoeste, Bahia e Brasil vindo para a UESB, que agregados aos das cidades sedes, vêm proporcionando um crescimento do número de residências, prédios de apartamentos, pavimentações de avenidas, áreas de entreterimento e tantas outras condições de infra-estrutura das cidades, tendo nestes elementos verdadeiros agentes propulsores do desenvolvimento.

Neste contexto a UESB, de um modo geral, vêm se despontando como um forte pólo de crescimento local através da formação de uma mão-de-obra qualificada e de atividades de pesquisa e extensão que muito contribuem para a expansão do comércio e serviços locais.

E em uma escala mais ampla, a universidade também é um pólo de atração para muitas pessoas do estado da Bahia e do Brasil que vêm estudar e desfrutar do que a instituição tem a oferecer.

A UESB se configura hoje como um centro inovador e incentivador do desenvolvimento local, geradora de recursos e infra-estrutura, e criadora de uma nova mentalidade cultural baseada nas suas atividades acadêmicas cada vez mais ampliadas e das parcerias com órgãos e instituições nacionais e internacionais, como por exemplo, os dois últimos convênios firmados para realização de doutorado com universidade da Noruega e Espanha.

Atividades como esta projetam a universidade no âmbito do cenário internacional e traz grandes benefícios para a região, a partir do momento em que o fluxo de pessoas envolvidas aumenta e a troca de conhecimentos e cultura se entrelaçam e se afinam com o passar do tempo.

Portanto o futuro da UESB é promissor tomando como base a sua força de atração explicitada por atrair efetivos humanos externos, ao espírito empreendedor que têm suscitado na comunidade e nas suas ações, elevando-a à um dos principais patamares para o crescimento e projeção da região onde se localiza.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

FONTES

  • Souza, Nali de Jesus. Teoria dos Pólos, Regiões Inteligentes e Sistemas Regionais de Inovação. Análise, Porto Alegre, V.16, n°1, p. 87-112, Jan/Jul. 2005.

  • Silva, Jorge Antônio Santos. Turismo, Crescimento e Desenvolvimento: Uma Análise Urbano Regional Baseada em Cluster. Disponível em: http://www.eumed.net/tesis/jass/15.htm. Capturado em: 29/10/08.

  • Oliveira, Gilson Batista de. & Lima, José Edmilson de Souza. Elementos Endógenos do Desenvolvimento regional: considerações sobre o papel da sociedade local no processo de desenvolvimento sustentável. Revista FAE, Curitiba, V.16, n° 2, p.29-37, maio/dez. 2003.

  • Lopes, Roberto Paulo Machado. Universidade Pública e Desenvolvimento Local: uma abordagem a partir dos gastos da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia. Vitória da Conquista, Edições UESB, 2003.

  • Relatório do Vestibular 2007. Copeve & Consultec, UESB, 2007.

  • Relatório de Atividades da UESB 2007. Assessoria de Planejamento da UESB - Asplan, UESB, 2007

  • Home-Page da SEI: http://www.sei.gov.br/ Capturado em 23/11/08.

  • Home-Page do IBGE: http://www.ibge.gov.br/ Capturado em 30/11/08.

  • Software MapViewer. Laboratório de Geoprocessamento, UESB, 2008.

  • Software Excel 2007. Laboratório de Geoprocessamento, UESB, 2008.

  • Dados do Sistema Acadêmico Sagres. UINFOR, Uesb, 2008.

  • Fotos dos três Campi da UESB. Ascom, UESB, 2008.